Produção, regiões, grandes grupos, exportação e os desafios de uma das culturas mais estratégicas – e exigentes – do agronegócio brasileiro.
Do Cerrado para o Mundo
Poucas culturas representam tão bem a transformação da agricultura brasileira quanto o algodão.
A fibra que sai das grandes propriedades de Mato Grosso, Bahia e de outras regiões do Cerrado percorre uma cadeia altamente profissionalizada até chegar às indústrias têxteis do Brasil, da China, Índia, Bangladesh, Vietnã, Paquistão, Turquia e de outros mercados internacionais.
O Brasil chegou à safra 2025/26 como uma potência mundial da cotonicultura.
Segundo a atualização apresentada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em setembro de 2026, a estimativa é de aproximadamente 4,144 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em 1,996 milhão de hectares.
Os números ainda podem sofrer ajustes até o fechamento definitivo da temporada.
Mais importante que o tamanho da produção, entretanto, é compreender como o Brasil chegou até aqui.
O algodão brasileiro atual é resultado de escala, investimento, tecnologia, genética, mecanização, manejo, classificação de fibra, rastreabilidade e uma estrutura empresarial capaz de assumir riscos elevados.
Não é uma cultura simples.
E não é uma cultura barata.
Mato Grosso e Bahia: O Coração da Produção
A geografia do algodão brasileiro está profundamente relacionada ao Cerrado.
Mato Grosso ocupa a liderança nacional.
Na safra 2025/26, o estado destinou aproximadamente 1,3 milhão de hectares à cultura, segundo informações apresentadas pela Abrapa durante a colheita.
A Bahia ocupa outra posição central na cotonicultura nacional, especialmente no Oeste baiano.
AgroBrasil Fazendas
CRECI Jurídico J-23766
Fazendo a diferença no Cerrado brasileiro.


