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O LEGADO DA FAMÍLIA HORITA: DO JAPÃO AO CERRADO BAIANO, UMA HISTÓRIA DE GERAÇÕES NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

Da imigração japonesa em 1938 às grandes lavouras de soja, milho e algodão no oeste da Bahia: conheça a trajetória da família Horita, que transformou a experiência agrícola de seus antepassados em um empreendimento de grande escala.

Reportagem especial | AgroBrasil Fazendas | Outubro de 2026

Uma história que atravessou continentes e gerações

Antes das grandes colheitadeiras, das modernas algodoeiras e das extensas lavouras do oeste baiano, a história da família Horita começou muito longe do Cerrado brasileiro.

Suas origens estão no Japão, de onde uma geração de imigrantes partiu em busca de novas oportunidades.

O que começou com o trabalho em fazendas de café e algodão no interior paulista atravessou décadas, passou pelo Paraná e encontrou no oeste da Bahia uma nova etapa de desenvolvimento.

A história da família Horita representa um capítulo importante da participação de famílias de origem japonesa na modernização da agricultura brasileira.

Também demonstra como o conhecimento transmitido entre gerações pode contribuir para a formação de empreendimentos agrícolas de grande porte.

O Grupo Horita, estabelecido no oeste da Bahia desde 1984, tornou-se conhecido pela produção de soja, milho e algodão.

Sua trajetória está associada ao desenvolvimento de áreas agrícolas, à mecanização, ao investimento em infraestrutura e à profissionalização da gestão.

1938: a chegada da família Horita ao Brasil

A história dos Horita em território brasileiro começa em 1938.

Naquele ano, Kitaru Horita, sua esposa e seus filhos deixaram o Japão em direção ao Brasil.

Entre as crianças e adolescentes que acompanharam a viagem estava Satoshi Horita, que posteriormente teria papel importante na continuidade da atividade agrícola familiar.

A família embarcou no porto de Kobe e chegou a Santos, no litoral paulista, após aproximadamente 45 dias de viagem.

O destino inicial era o trabalho em fazendas de algodão e café no estado de São Paulo.

A adaptação exigiu enfrentar diferenças culturais, dificuldades de comunicação e condições de trabalho distintas daquelas conhecidas no Japão.

Para aquela geração, a agricultura não representava apenas uma atividade econômica.

Era também o caminho para construir uma nova vida em outro país.

A experiência acumulada nas primeiras décadas serviria de base para as decisões empresariais das gerações seguintes.

1946: a primeira propriedade da família

Oito anos após a chegada ao Brasil, a família Horita conseguiu adquirir suas primeiras terras.

Em 1946, comprou uma pequena chácara de aproximadamente três hectares no município de Olímpia, em São Paulo.

A produção era dedicada principalmente às hortaliças.

Os produtos eram transportados de carroça e comercializados em hospitais, pousadas, quitandas e feiras livres.

A dimensão da propriedade era modesta, mas representava uma mudança importante: a passagem do trabalho como empregados rurais para a produção em terras próprias.

Esse período foi fundamental para a formação da experiência agrícola e comercial da família.

A administração dos recursos, o trabalho diário e o contato direto com os compradores ajudaram a estabelecer uma cultura de produção que acompanharia as gerações seguintes.

1953: o Paraná e a expansão da atividade agrícola

Em 1953, a família mudou-se para a região de Floresta, no norte do Paraná.

Ali, estabeleceu-se em uma propriedade de aproximadamente 30 alqueires, equivalentes a cerca de 73 hectares.

Inicialmente, a principal atividade foi o cultivo de café.

Com o passar dos anos, a produção foi diversificada, incorporando soja, milho e trigo.

A região possuía condições agrícolas favoráveis, mas também apresentava riscos climáticos importantes.

As geadas representavam uma ameaça recorrente à cafeicultura.

Em 1970, a família iniciou o cultivo de soja.

Cinco anos depois, uma geada severa contribuiu para a decisão de abandonar definitivamente a produção de café.

O ano de 1975 também marcou o avanço da mecanização, com a aquisição de três tratores e uma colheitadeira.

A mudança representava uma nova etapa de modernização produtiva.

A experiência no Paraná seria decisiva para o próximo grande movimento da família.

1984: a decisão de investir no Cerrado da Bahia

A família Horita chegou a desenvolver atividades sobre aproximadamente 560 hectares no Paraná.

Entretanto, a geração seguinte identificou oportunidades em uma região que começava a receber investimentos agrícolas: o oeste da Bahia.

Em 1984, os irmãos Walter, Wilson e Ricardo Horita, com o apoio do pai, Satoshi Horita, decidiram investir no Cerrado baiano.

A decisão envolvia riscos consideráveis.

A região apresentava limitações de infraestrutura, grandes distâncias e desafios relacionados à implantação de uma agricultura mecanizada em larga escala.

A área inicial do empreendimento era de aproximadamente 1.200 hectares.

Não havia a estrutura operacional que seria construída nas décadas seguintes.

Era necessário investir em máquinas, preparo de solo, organização das lavouras, transporte e infraestrutura de apoio.

A experiência adquirida pela família em São Paulo e no Paraná contribuiu para a adaptação ao novo ambiente produtivo.

Com o passar do tempo, as operações foram gradualmente transferidas para a Bahia.

A decisão tomada em 1984 se transformaria no principal marco da história do Grupo Horita.

Walter, Wilson e Ricardo Horita: a geração da expansão

A consolidação do Grupo Horita no oeste baiano está diretamente relacionada à atuação dos irmãos Walter, Wilson e Ricardo Horita.

Eles representam a geração que transformou a experiência agrícola familiar em uma operação empresarial de maior escala.

O apoio de Satoshi Horita foi importante para a decisão de investir em uma região que ainda estava em processo de desenvolvimento agrícola.

A atuação dos irmãos ocorreu em um período no qual o Cerrado brasileiro recebia investimentos em mecanização, correção de solos, melhoramento genético e infraestrutura.

O desenvolvimento dessas tecnologias permitiu ampliar a produção agrícola em áreas anteriormente consideradas de difícil aproveitamento econômico.

A expansão do Grupo Horita acompanhou esse processo.

O empreendimento passou a incorporar novas áreas produtivas, ampliar a estrutura de máquinas e investir em armazenagem e beneficiamento.

A história familiar ganhou uma dimensão empresarial cada vez maior.

O oeste da Bahia e a transformação de uma fronteira agrícola

A expansão da família Horita ocorreu em um contexto mais amplo de desenvolvimento da agricultura no oeste da Bahia.

Municípios como Barreiras, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto passaram a integrar uma das principais regiões produtoras de grãos e fibras do Brasil.

O avanço da agricultura foi acompanhado pela implantação de estradas, unidades de armazenagem, estruturas de beneficiamento, empresas de serviços e atividades comerciais.

A região tornou-se um polo de produção de soja, milho e algodão.

A atividade agrícola também passou a exigir equipes técnicas especializadas, profissionais de manutenção, operadores de máquinas e trabalhadores ligados à logística.

A consolidação desses empreendimentos contribuiu para a transformação econômica de diversos municípios.

Ao mesmo tempo, a expansão agrícola no Cerrado passou a exigir maior atenção à regularização fundiária, à gestão dos recursos hídricos, à conservação ambiental e às relações com comunidades locais.

Esses temas integram a realidade contemporânea do agronegócio e são essenciais para avaliar a sustentabilidade de seu desenvolvimento.

Soja, milho e algodão: a consolidação produtiva

O Grupo Horita desenvolveu suas operações principalmente em três culturas: soja, milho e algodão.

A soja ocupa posição importante na agricultura empresarial do oeste baiano, tanto pela demanda internacional quanto pela utilização em diferentes cadeias industriais.

O milho participa da diversificação produtiva e do abastecimento de mercados internos.

O algodão, por sua vez, exige elevado nível de investimento, planejamento agronômico e infraestrutura de beneficiamento.

A cultura demanda operações especializadas de plantio, manejo, colheita e processamento.

A produção em larga escala também depende de investimentos em máquinas, equipes técnicas, estruturas de armazenagem e controle de qualidade.

O Grupo Horita passou a desenvolver uma operação agrícola integrada a essas exigências.

A presença de equipamentos de grande porte e instalações de beneficiamento demonstra a complexidade operacional alcançada pelo empreendimento.

Legenda: Representante do Grupo Horita em uma lavoura de algodão no oeste da Bahia. A imagem retrata a atividade agrícola que integra a trajetória de expansão do empreendimento familiar no Cerrado baiano.

Crédito fotográfico: Autoria não identificada. Imagem vinculada ao Grupo Horita; fonte original e autorização de reprodução pendentes de confirmação.

A importância do algodão para o Grupo Horita

Entre as atividades do grupo, o algodão ocupa uma posição de destaque.

A produção da fibra envolve uma cadeia complexa, que começa no planejamento da lavoura e prossegue pelas etapas de colheita, transporte, beneficiamento, classificação e comercialização.

A mecanização é essencial para a eficiência dessas operações.

As colheitadeiras modernas permitem o recolhimento e a formação de módulos de algodão, posteriormente encaminhados às unidades de beneficiamento.

Nessas instalações, a fibra é separada do caroço e preparada para as etapas seguintes da cadeia têxtil.

O beneficiamento exige equipamentos especializados, controles de qualidade e organização logística.

O investimento nessas estruturas representa uma etapa importante de agregação de valor à produção agrícola.

Legenda: Estrutura de movimentação de módulos de algodão em unidade de beneficiamento, com carregadeira e instalações industriais ao fundo. A imagem ilustra a etapa de processamento da produção algodoeira no oeste da Bahia.

Crédito fotográfico: Autoria não identificada. A vinculação da instalação ao Grupo Horita e a autorização de reprodução precisam ser confirmadas na fonte original.

A dimensão das operações agrícolas

O crescimento do Grupo Horita pode ser observado nos registros de expansão territorial e produtiva divulgados ao longo dos anos.

Em seu histórico institucional referente à safra 2019/2020, o grupo informou uma área total aproximada de 150 mil hectares, dos quais 99,2 mil hectares seriam cultivados com algodão e soja naquele ciclo.

Mais recentemente, um relatório de gestão da Riza Asset, publicado em setembro de 2025, descreveu o Grupo Horita como um empreendimento com mais de 105 mil hectares de plantio por safra.

Os dois indicadores possuem períodos e conceitos diferentes.

A área total de uma operação não corresponde necessariamente à área cultivada em determinado ano.

Também não deve ser confundida com a extensão de terras próprias, uma vez que empresas agrícolas podem utilizar diferentes modalidades de exploração territorial.

A informação de mais de 105 mil hectares cultivados por safra deve, portanto, ser compreendida como indicador operacional, e não como medida automática do patrimônio imobiliário do grupo.

A divulgação responsável desses dados é importante para dimensionar o empreendimento sem criar interpretações equivocadas sobre a titularidade das propriedades.

As fazendas e a estrutura operacional

O Grupo Horita apresenta em seu histórico institucional diferentes unidades agrícolas associadas à expansão de suas atividades.

Entre os nomes divulgados estão as fazendas Acalanto, Ventura, Querubim, Sagarana, Timbaúba e Centúria.

A estrutura operacional também envolve atividades de armazenagem e beneficiamento de algodão.

A existência dessas instalações permite maior integração entre produção, processamento e comercialização.

A agricultura empresarial moderna depende dessa organização.

Não basta ampliar a área de cultivo.

É necessário planejar o fluxo da produção, a capacidade de armazenagem, os investimentos em máquinas e a estrutura de pessoal.

A evolução do Grupo Horita demonstra como a operação agrícola familiar passou a incorporar características de uma organização empresarial profissionalizada.

Sucessão familiar e profissionalização da gestão

A história da família Horita atravessa diferentes gerações.

A primeira enfrentou os desafios da imigração e da adaptação ao Brasil.

A geração seguinte consolidou a produção agrícola em São Paulo e no Paraná.

Walter, Wilson e Ricardo Horita participaram da expansão para o oeste da Bahia.

As gerações posteriores passaram a conviver com uma realidade empresarial mais complexa, marcada pela necessidade de governança, planejamento financeiro e gestão profissional.

O relatório da Riza Asset de setembro de 2025 registra a participação de integrantes da segunda e da terceira gerações da família na condução dos negócios, além da presença de profissionais de mercado nas áreas operacionais e financeiras.

O documento também menciona a existência de balanço patrimonial auditado.

Essas características refletem a importância da estruturação administrativa em empresas familiares de grande porte.

A continuidade de um empreendimento rural depende da capacidade de conciliar a preservação dos valores familiares com práticas profissionais de gestão.

Também exige planejamento sucessório, definição de responsabilidades e organização patrimonial.

Desenvolvimento regional, responsabilidade ambiental e desafios fundiários

A expansão da agricultura no oeste baiano representa uma transformação econômica relevante, mas também envolve desafios sociais, ambientais e fundiários.

O crescimento da produção deve ser acompanhado por práticas de regularização territorial, conservação dos recursos naturais e respeito aos direitos das comunidades locais.

No caso do Grupo Horita, esses temas ganharam repercussão pública em abril de 2024, quando a organização britânica Earthsight divulgou um relatório com alegações relacionadas a desmatamento, conflitos fundiários e à cadeia de fornecimento de algodão no Cerrado.

As alegações foram repercutidas por veículos de imprensa nacionais.

O Grupo Horita contestou as acusações em manifestação pública reproduzida pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Na resposta, a empresa rejeitou as conclusões da organização, apresentou esclarecimentos sobre propriedades e operações e informou a existência de tratativas com o Ministério Público da Bahia relativas a questionamentos ambientais.

As acusações e as manifestações de defesa devem ser compreendidas como posições documentadas das respectivas partes, não como conclusões judiciais definitivas.

O tema evidencia a importância da transparência fundiária, do licenciamento ambiental, da rastreabilidade e da governança para a agricultura empresarial.

A trajetória histórica de um empreendimento pode ser reconhecida sem afastar a necessidade de examinar, com responsabilidade, os desafios relacionados às suas operações.

O oeste baiano em 2026

O desenvolvimento da agricultura na Bahia continua demonstrando a importância econômica da região.

Segundo informações divulgadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, com base em levantamentos oficiais, a produção de grãos do estado manteve perspectivas de expansão em 2026.

O oeste baiano permanece entre os principais polos nacionais de produção de soja e algodão.

A atividade envolve propriedades de diferentes portes, cooperativas, grupos empresariais, fornecedores de insumos, transportadores e empresas de processamento.

A infraestrutura regional continua sendo um fator importante para a competitividade da produção.

Questões relacionadas a transporte, armazenagem, disponibilidade hídrica, regularização fundiária e gestão ambiental também permanecem centrais para o futuro do setor.

A história do Grupo Horita está inserida nesse contexto de desenvolvimento regional e transformação da agricultura.

O legado de uma família que atravessou gerações

A trajetória da família Horita começou com uma viagem do Japão ao Brasil em 1938.

Passou por uma pequena chácara de três hectares em São Paulo, por propriedades agrícolas no Paraná e pela decisão de investir no Cerrado baiano em 1984.

Ao longo desse percurso, diferentes gerações participaram da construção de um empreendimento de grande porte.

A história de Kitaru, Satoshi, Walter, Wilson e Ricardo Horita demonstra como o conhecimento agrícola pode ser transmitido e transformado ao longo do tempo.

Também revela que o crescimento empresarial exige adaptação constante.

A agricultura que dependia de pequenas propriedades, carroças e trabalho predominantemente manual deu lugar a operações mecanizadas, estruturas de beneficiamento e sistemas de gestão cada vez mais especializados.

Essa transformação representa uma parte importante da história do agronegócio brasileiro.

O reconhecimento da AgroBrasil Fazendas

A AgroBrasil Fazendas dedica esta reportagem à trajetória da família Horita e aos profissionais que participaram do desenvolvimento de seus empreendimentos.

A história dos imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil em 1938 demonstra a importância do trabalho e da continuidade entre gerações.

A decisão de investir no oeste da Bahia, em 1984, representa um capítulo relevante da expansão da agricultura no Cerrado.

A atuação dos descendentes e a consolidação de uma estrutura empresarial de grande porte mostram como o conhecimento adquirido no campo pode ser transformado em capacidade produtiva e organização econômica.

O reconhecimento dessa trajetória também deve caminhar ao lado da valorização da responsabilidade ambiental, da segurança jurídica e do respeito às comunidades.

O legado de uma família não se mede apenas pela extensão das lavouras ou pelo volume de produção.

Também está presente na experiência acumulada, na transmissão de conhecimento, na geração de oportunidades e na responsabilidade de conduzir seus negócios para as próximas gerações.

Preservar a memória das famílias do agronegócio é contribuir para a compreensão da história econômica, social e territorial do Brasil.

A AgroBrasil Fazendas registra seu reconhecimento à trajetória da família Horita e a todos os profissionais que participaram de sua construção.


Fontes e referências bibliográficas

  1. GRUPO HORITA. Quem somos e história institucional.
    Informações sobre a imigração da família, as primeiras atividades agrícolas em São Paulo, a expansão para o Paraná, a chegada à Bahia e o desenvolvimento empresarial.
    Disponível em: https://horita.com.br/
  2. GRUPO HORITA. A chegada às terras baianas.
    Registro histórico da chegada de Walter, Wilson e Ricardo Horita ao oeste da Bahia, em 1984, e informações sobre a dimensão das operações na safra 2019/2020.
    Disponível em: https://horita.com.br/old/pag.chegada.bahia.html
  3. RIZA ASSET. Relatório de Gestão — Riza Fiagro, setembro de 2025.
    Informações sobre a área cultivada por safra, estrutura de governança e profissionalização da gestão do Grupo Horita.
    Disponível em: https://docs.rizaasset.com/produtos/fiagro/relatorios/2025/riza-fiagro-relatorio-gestao-09-2025-1761570477554.pdf
  4. ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES E IRRIGANTES DA BAHIA — AIBA. Boletim de Safra.
    Indicadores técnicos e estatísticos sobre as principais culturas agrícolas do oeste baiano.
    Disponível em: https://aiba.org.br/boletim-safra/
  5. SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS DA BAHIA — SEI. Em 2026, a estimativa é de 13,3 milhões de toneladas de grãos para a safra baiana.
    Informações oficiais sobre a produção agrícola e as estimativas de safra do estado.
    Disponível em: https://www.ba.gov.br/sei/noticias/2026-06/4710/em-2026-estimativa-e-de-133-milhoes-de-toneladas-de-graos-para-safra-baiana
  6. INFOMONEY. ONG britânica acusa fazendas de SLC e Grupo Horita de grilagem e desmatamento. 11 de abril de 2024.
    Cobertura jornalística das alegações ambientais e fundiárias divulgadas pela organização Earthsight e das contestações dos produtores.
    Disponível em: https://www.infomoney.com.br/business/ong-britanica-acusa-fazendas-de-slc-e-grupo-horita-de-grilagem-e-desmatamento/
  7. FOLHA DE S.PAULO. Estudo liga crimes no Cerrado a gigantes da moda na Europa. 11 de abril de 2024.
    Reportagem sobre as alegações relacionadas à cadeia de fornecimento de algodão e aos conflitos fundiários no oeste da Bahia.
    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/04/estudo-liga-crimes-no-cerrado-a-gigantes-da-moda-na-europa.shtml
  8. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO — ABRAPA. Manifestação do Grupo Horita em resposta às alegações da Earthsight.
    Documento com esclarecimentos e posicionamentos apresentados pelo grupo.
    Disponível em: https://abrapa.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Cartas_Abrapa_SLC_Horita.pdf

Créditos fotográficos e direitos de reprodução

As fotografias utilizadas nesta reportagem devem manter a identificação de seus autores, acervos ou veículos de comunicação de origem.

Imagem de representantes em evento institucional: fotógrafo e fonte original a confirmar.

Imagem de estrutura de beneficiamento de algodão: fotógrafo e fonte original a confirmar.

Imagem de representante em lavoura de algodão: fotógrafo, identificação do retratado e fonte original a confirmar.

Imagem de colheitadeira de algodão: fotógrafo e fonte original a confirmar.

As fotografias encaminhadas à equipe editorial não possuem, nesta etapa, comprovação de autoria ou licença de reprodução.

A montagem utilizada na capa deverá ser identificada como arte editorial, distinguindo os registros fotográficos originais dos elementos gráficos ou ilustrativos.

Nota editorial

Esta reportagem possui caráter histórico, informativo e institucional, com base em fontes públicas.

A AgroBrasil Fazendas não integra o Grupo Horita.

Os indicadores de hectares citados representam informações divulgadas em períodos específicos e não equivalem necessariamente ao patrimônio fundiário próprio da empresa.

As alegações ambientais e fundiárias mencionadas são apresentadas com a atribuição de suas fontes e acompanhadas do posicionamento público da empresa, sem antecipar conclusões judiciais.

Pesquisa e produção editorial: AgroBrasil Fazendas — Outubro de 2026.


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